Assim, dentro do conceito de emprego destas equipas, definidas pelas respetivas competências no domínio das operações de socorro a náufragos nas praias não vigiadas, face à significativa diversidade morfológica e do estado do mar das praias existentes no espaço de jurisdição desta capitania, surge naturalmente a necessidade de criar um ambiente de interoperabilidade entre pessoas e meios.
A crescente exigência técnica dos equipamentos e procedimentos, torna assim fundamental criar uma referência no que diz respeito aos socorros a náufragos, permitindo assim elevar os padrões operacionais, de forma a acompanhar as exigências das missões, preservando e/ou incrementando os padrões de segurança, garantindo assim a finalidade da missão.
Estiveram envolvidos 6 elementos, todos nadadores-salvadores certificados, e o respetivo material de socorro, nomeadamente, 3 elementos do Projeto “SeaWatch” (2 militares da Marinha e um Nadador-salvador da APDL, SA) e 3 do SSB. O treino decorreu com elevados padrões motivacionais e operacionais.





