O cenário inicial previa a intrusão não determinada a bordo do navio cargueiro “CELTIC ENDEAVOUR”, de um indivíduo de nacionalidade estrangeira. Para o efeito, o mesmo utilizou uma pequena embarcação para aceder ao navio e colocar um engenho explosivo na casa das máquinas. Foi detetado por um elemento da tripulação do navio que deu o alerta, tendo o alegado terrorista encetado a fuga por mar. O individuo foi posteriormente detetado e intercetado por uma embarcação semirrígida da Polícia Marítima, que o deteve.
No exercício, participaram várias entidades, nomeadamente, a Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF), a Capitania do Porto e Comando-local da Polícia Marítima (PM), a Polícia Judiciária de Coimbra (PJ), a Polícia de Segurança Pública (PSP) com a Brigada de Inativação de Engenhos Explosivos, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a Guarda Nacional Republicana (GNR-UCC), a Autoridade de Saúde, a Alfândega, a Cruz Vermelha Portuguesa, a Proteção Civil e os Bombeiros Municipais da Figueira da Foz.


