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Contra-almirante José Diogo Pessoa Arroteia é o novo Diretor-Geral da Autoridade Marítima e Comandante-Geral da Polícia Marítima

01 jul 2026 17:40

O Contra-almirante José Diogo Pessoa Arroteia é o novo Diretor-Geral da Autoridade Marítima e Comandante-Geral da Polícia Marítima, rendendo no cargo o Vice-almirante Nuno Chaves Ferreira.

A cerimónia, que decorreu na Casa da Balança, localizada nas Instalações Centrais de Marinha, em Lisboa, foi presidida pelo Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Álvaro Castello-Branco, e contou com a presença do Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, Almirante Jorge Nobre de Sousa, entre outras entidades.​

Durante o evento, o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional procedeu à condecoração do Vice-almirante Nuno Chaves Ferreira com a Medalha Militar da Cruz Naval, 1.ª Classe, pelo trabalho desenvolvido enquanto Diretor-Geral da Autoridade Marítima e Comandante-Geral da Polícia Marítima, que culminou “com 44 anos de entrega e dedicação ao serviço da Marinha e do país", destacou Álvaro Castello-Branco. 

Ao Contra-almirante Pessoa Arroteia, o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional desejou “os maiores sucessos no exercício das funções que agora assume" e destacou que “a Autoridade Marítima Nacional (AMN), através da Polícia Marítima, está na primeira linha do combate ao narcotráfico marítimo". 

No discurso de tomada de posse, o Contra-almirante José Diogo Pessoa Arroteia afirmou: “tenho perfeita noção do desafio que tenho de enfrentar e a sua complexidade", ressalvando que “apenas é possível superar este desafio diário graças às mulheres e homens que servem na Direção-Geral da Autoridade Marítima e na Polícia Marítima". 

O novo Diretor-Geral e Comandante-Geral assegurou ainda: “não posso estar mais orgulhoso e honrado por assumir, a partir de hoje, a tutela de todos estes profissionais", em referência às equipas multidisciplinares, que incluem “militares, polícias marítimos, faroleiros, troço do mar, polícias dos estabelecimentos de Marinha, civis administrativos e operacionais, e tripulantes das embarcações salva-vidas".

No seu discurso, o Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional terminou garantindo: a Marinha e a AMN continuarão, assim, a afirmar-se como parceiros indispensáveis do Estado na promoção da segurança marítima e na proteção dos superiores interesses nacionais nos diferentes espaços marítimos e domínios conexos".​​