A operação teve início após um alerta recebido para a existência de uma EAV imobilizada em águas oceânicas a sul de Faro. Durante a aproximação dos meios das autoridades, foram identificadas outras duas embarcações nas proximidades que, ao aperceberem-se da presença policial, iniciaram uma fuga a alta velocidade.
De imediato, foi realizada uma perseguição marítima, durante a qual as embarcações suspeitas efetuaram diversas manobras evasivas com o objetivo de evitar a interceção. Apesar dos esforços desenvolvidos pelos meios empenhados, não foi possível interceptar estas EAV. A embarcação inicialmente detetada foi apreendida e rebocada.
Estas ações enquadram-se no esforço contínuo da Polícia Marítima para combater a utilização da costa portuguesa como plataforma logística para atividades criminosas transnacionais.
A Polícia Marítima mantém elevado nível de vigilância e prontidão operacional, recorrendo a meios navais, equipas especializadas e à cooperação permanente com outras entidades nacionais e internacionais, reforçando a capacidade de deteção, acompanhamento e interceção de embarcações suspeitas associadas ao tráfico de droga.