Durante esta ação foram apreendidas oito embarcações, algumas diretamente associadas à prática da captura ilegal de amêijoa japonesa, e detetadas diversas irregularidades, nomeadamente a falta de registo de embarcações e de motorizações, tendo sido igualmente apreendidas artes de pesca utilizadas na captura ilegal.
A operação envolveu um dispositivo de meios navais e terrestres, mobilizando várias valências operacionais da Polícia Marítima, contribuindo para a salvaguarda do meio marinho, da segurança e do cumprimento da lei.
A Polícia Marítima mantém-se empenhada no combate a este fenómeno, que representa uma ameaça à sustentabilidade dos recursos naturais e um risco para a saúde pública, decorrente da introdução no mercado de produtos sem controlo sanitário e proibidos por lei.
A Polícia Marítima reafirma o seu papel como principal interveniente na proteção e segurança dos espaços marítimos sob soberania e jurisdição nacional, garantindo o cumprimento da lei, a proteção dos recursos, a segurança dos cidadãos e a defesa dos interesses nacionais.
A proteção do mar é uma responsabilidade coletiva e a Polícia Marítima continuará a garantir que o futuro destes recursos não é comprometido por práticas ilegais.