Na clínica foi possível apurar que o canídeo tinha “chip”, que se tratava de um cão de raça “Drahthaar Alemão”, de nome Tico, e que tinha dono residente na zona de Setúbal. Este cão tinha sido dado como desaparecido em fevereiro deste ano, não havendo desde então registo do seu paradeiro.
Foi então contactado o seu dono, que ficou incrédulo por ter sido encontrado o seu fiel amigo, tendo-se dirigido de imediato à clínica em que tinha sido feita a identificação, para recolher o Tico.
A história do Tico teve um final feliz, algo pouco vulgar nestas situações, e os agentes da Polícia Marítima e os funcionários de serviço à capitania de Setúbal, desempenharam assim tarefas bem diferentes das habituais, mas sempre com o objetivo de bem servir a comunidade.




