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Exercício da Polícia Marítima simula cenário de crime marítimo transfronteiriço

7 JUL 2016 13:07

A Polícia Marítima promoveu na passada segunda-feira, dia 5 de julho, um exercício que pretendeu testar as capacidades dos seus grupos especiais, num cenário de crime marítimo transfronteiriço. Para a simulação, foram empenhados o Grupo de Ações Táticas (GAT) e o Grupo de Mergulho Forense (GMF), com apoio da Marinha (NRP Orion) e da Força Aérea Portuguesa (Helicóptero Alouette), numa ação a bordo do navio de passageiros espanhol “MS La Belle de Cadix”.

O cenário do exercício consistiu numa missão no âmbito do combate ao crime transfronteiriço. No essencial considerava que, no decurso da viagem do navio “MS La Belle de Cadix” para o porto de Vila Real de Santo António, o Comandante do navio relata para o COMAR – Comando de Operações Marítimas – que dois elementos da tripulação estão amotinados e ameaçam represálias, caso o navio não se dirija para o porto de “Azurex” em África.

Na operação, que decorre no mar territorial português, a Polícia Marítima empenha os seus grupos dois grupos especiais: o GAT (Grupo de Ações Táticas) e o GMF (Grupo de Mergulho Forense). O GAT inicia a abordagem ao navio, entrando por via marítima, através de uma EAV (Embarcação de Alta Velocidade), bem como por via área, através de “Fast Rope” do helicóptero da Força Aérea Portuguesa. O GMF junta-se à embarcação do GAT, para segurança do pessoal, ou para o caso de ser atirado algum objeto ao mar, bem como para efetuar buscas no casco do navio, caso necessário.​

O GAT detém os dois tripulantes amotinados e o navio prossegue em segurança. A lancha da Marinha “Orion” apoia este exercício para efeitos de segurança da navegação.​

Ver vídeo do exercício.





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