Cego do Maio

O projeto piloto do Programa ‘Cego do Maio’ será implementado a título experimental no primeiro ano em três ESV, designadamente:  Norte – ESV da Póvoa de Varzim e Vila do Conde;  Centro – ESV de Peniche;  Sul – ESV de Ferragudo.

O Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), organismo regulador do salvamento marítimo, socorros a náufragos e assistência a banhistas, cria um grupo de voluntários disponíveis para apoiar as ESV nas diferentes atividades que por elas são desenvolvidas, podendo fazê-lo com entidades locais que queiram colaborar com o ISN.​

​Estas áreas são desenvolvidas pelos nadadores-salvadores (predominantemente a assistência a banhistas e socorro a náufragos) e pelos tripulantes das embarcações salva-vidas (TESV) (predominantemente o salvamento marítimo e a assistência a banhistas).

O ISN encontra-se num processo de admissão de TESV, devendo ter as lotações completas das estações salva-vidas (ESV) até ao final de 2018.

No entanto poderão ser desenvolvidas outras atividades, designadamente ações de sensibilização para a divulgação de uma cultura de segurança no mar, incutindo uma atitude sustentada de precaução, prevenção de acidentes e prudência.

 As ESV poderão, contudo, ser reforçadas por mais pessoal, pois mesmo com as lotações completas situações haverá que o apoio suplementar de pessoal ajudará a desenvolver melhor as ações em que os TESV estão envolvidos.

Na sociedade civil existem voluntários disponíveis para abraçar este projeto de trabalho conjunto com os TESV, sejam eles oriundos de nadadores-salvadores, de voluntários da Cruz Vermelha, ou simplesmente pessoas singulares com o gosto pelo mar.

 

Ao abrigo da Lei n.º 78/98, de 03 de novembro, aos voluntários assistem direitos, designadamente, entre outros:

  • Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
  • Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;
  • Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;
  • Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
  • Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
  • Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação;
  •  Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os ​termos e condições do trabalho que vai realizar.​